Idosos recorrem à tecnologia para manter contato social

informatica para terceira idade

O esteriótipo de que tecnologia é coisa para jovens pode ser desfeito em tempos de pandemia. É que ferramentas como aplicativos de celular, tablets e computadores estão com o uso cada vez mais difundido, inclusive entre idosos.

São as alternativas que muitos têm para não perder o contato com a família, para conversar com amigos ou mesmo aprender coisas novas.

Quem há pouco tempo não tinha muita proximidade com aplicativos e nem muito interesse em aprender, já está mudando a perspectiva. É o caso de dona Eivone Romagnolli, de 82 anos.

Sonora: “Olha a tecnologia é muito importante. Eu gosto muito. A gente fica mais calma vendo a pessoa. Eu tenho dificuldade e às vezes esqueço.”

Juciara Ramagnolli, filha de dona Eivone, reconhece o aprendizado da mãe.

Sonora: ” A relação dela com a tecnologia está mudando bastante. Há um tempo atrás ela não queria nem o celular. Agora ela quer, sente dificuldade, mas mesmo assim ela tem curiosidade”.

Diante do cenário atual, algumas iniciativas buscam tornar smartphones e notebooks algo mais natural para os idosos.

Uma campanha feita pelo projeto “Mais Vívida”, por exemplo, conecta jovens voluntários a idosos que estão isolados. A ideia é combater a solidão com conversas onlines e auxiliar na utilização de aplicativos úteis.

Para a psicóloga e coordenadora de Prevenção, da Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária da UnB, Cristineide Leandro França, para além da interação com familiares, aprender algo novo e que dê prazer é outro ponto positivo.

Sonora: “É muito importante que as ferramentas sejam introduzidas neste momento e que comece a fazer parte da vida deles. Para quem tem resistência é importante ocupar o tempo com filmes, TV, coisas que deem prazer.”

Apesar de mais difundidas entre idosos num período tão difícil, a expectativa é que o contato por meio dessas tecnologias se mantenha num mundo pós pandemia; e que esses dispositivos sirvam de ferramentas contra a solidão.

Fonte: Agência Brasil – Maíra Heinen / www.amrigs.org.br/noticias/5341

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A INFORMÁTICA NA TERCEIRA IDADE E O COVID-19

Drones, robôs e até carros voadores auxiliam hospitais, autoridades e pacientes a enfrentarem a pandemia

Nunca a tecnologia foi tão útil e tão acessível. Diferentes tipos de  tecnologias estão sendo utilizadas ao redor do mundo para combater a pandemia da Covid-19, causada pelo coronavírus.

Algumas delas ainda são novas e restritas, mas estão em fase acelerada de testes e se mostram úteis para oferecer serviços em situação de isolamento.

Fonte: https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/03/coronavirus-conheca-oito-tecnologias-que-ajudam-no-combate-a-covid-19.ghtml

Mas, o que a Informática na Terceira Idade tem a ver com tudo isso?

A resposta é simples, tudo a ver. O avanço rápido das novas tecnologias trouxeram mudanças sociais.

As pessoas terão que se adaptar a novas formas de se comunicar, se relacionar, comprar, vender, estudar, ensinar, etc…

A pandemia do COVID-19 resultou num verdadeiro divisor de águas, na sociedade.

Teremos que reaprender com as novas tecnologias. Vão-se programas de TV ao vivo, atendimentos presenciais, reuniões oculares… que agora são substituídos por programas gravados, aulas à distância, compras online, encontros virtuais.

Tudo está tão diferente, que até as conversas nos grupos de whatsapp parecem estar em outra língua. Você vê  termos como: smart, link, google, nuvem, tweet, rede social, hashtag, bug, bluetooth, spam, hack, wiki, feed, wi-fi, conectar, postar, videoconferência, etc…

Onde isto vai parar? Sinto em dizer-lhe que é só o começo.

São mudanças que estão ocorrendo agora no mundo, muito rapidamente e que precisamos acompanhar para não ficarmos para trás, e não sermos vistos como verdadeiros homens das cavernas.

Por isso sempre aconselho meus alunos a nunca se distanciarem da tecnologia. Estar em contato com a informática é melhor maneira de se atualizar, de aprender, adquirir novos conhecimentos e estar conectado com o mundo moderno.

Fazer cursos, é investir em si próprio, ampliar e enriquecer sua bagagem cultural é a chave para não ser dependente dos outros, estar sempre à frente, ter autonomia para realizar suas atividades com desembaraço, já que daqui para frente a maioria delas serão virtuais, acredite.

Agora mais do que nunca, o conhecimento em tecnologia terá um valor incalculável.

Fernando Soares
É analista sênior e coordenador geral dos treinamentos digitais da IBIT. Especialista em metodologias pedagógicas, mentor e idealizador do método de informática passo a passo.

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Como ensinar informática para a terceira idade?

Ensinar é um dom, porém o diferencial está na metodologia

Estar em contato com familiares distantes, imprimir resultados dos exames médicos, fazer um pagamento no banco pela internet…

Estas são as maiores dificuldades dos idosos. A tecnologia nunca esteve tão acessível nos dias de hoje, porém lhe dar com ela é a questão.

No caso da maioria das pessoas da terceira idade, na época em que se formaram não havia sequer computadores para usuários, muito menos professores de informática.

Convenhamos, a tecnologia ingressou e toma conta da vida das pessoas de uma forma tão rápida, que até os mais jovens tem dificuldade de acompanhá-la.

Mas, como para tudo nesta vida existem boas soluções e métodos, vamos falar um pouco sobre a didática eficaz para ensinar informática para a terceira idade.

Em primeiro lugar, é preciso gostar muito da profissão e ter o essencial: paciência.

Além disso, é necessário ser um especialista. Conhecer a fundo o que vai ensinar é a regra Nº 1 para ser um instrutor de excelência.

Porém, o segredo está na didática, ou seja, na forma como as aulas são explicadas.

Para ensinar informática para a terceira idade de forma eficaz é preciso seguir o método passo a passo.

No método passo a passo, a explicação do instrutor parte do total desconhecimento do aluno sobre aquele conteúdo.

O instrutor vai evoluindo gradativamente ao passar as informações em sequência, até o aluno adquirir total conhecimento sobre o assunto. 

Portanto, siga a risca estas dicas: prepare as aulas com antecedência, anote cada passo da matéria e ao terminar a explicação, permita que o aluno adquira autonomia seguindo os passos sozinho.

Fernando Soares
É analista sênior e coordenador geral dos treinamentos digitais da IBIT. Especialista em metodologias pedagógicas, mentor e idealizador do método de informática passo a passo.

Aulas e Cursos de Informática para Terceira Idade

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